segunda-feira, 12 de março de 2012

Cavaco, o mal aconselhado


Sempre fui um grande admirador do professor Cavaco Silva, sempre o achei um homem humilde, honesto, muito competente e acima de tudo muito nacionalista, mas ultimamente tenho de reconhecer que só diz e faz disparates.
O senhor presidente não fala quando devia falar, e depois fala fora de tempo, quando já nem se dava muita importância ao assunto. Para além disso utiliza os meios errados, nomeadamente o facebook.
Não gostei de ver o professor Cavaco Silva a fugir de uma escola só porque os alunos se estavam a manifestar  à porta. 
Não conheço a Escola Secundária António Arroio, mas parece-me que não é frequentada por vândalos ou por delinquentes, mas a segurança do senhor presidente considerou perigoso e obrigou o senhor a voltar para trás. Depois vieram inventar uma desculpa, como se fossemos todos estúpidos.
O Presidente da República deve estar perto da população, deve ouvir as suas queixas, deve estar atento às suas preocupações e às suas necessidades, para depois a encaminhar para o poder executivo.
Esta semana mais uma polémica, desta vez o professor escreveu um prefácio onde se queixa da falta de lealdade do ex primeiro-ministro, o senhor Sócrates. Era desnecessário, até porque nós já sabemos muito bem que Sócrates tem falta de muitas coisas, sobretudo de honestidade.
O professor Cavaco Silva deve estar rodeado por pessoas que o estão a aconselhar mal, muito mal, já todos sabíamos disso, mas ultimamente a situação está a ficar preocupante, sobretudo porque ainda falta muito para terminar o mandato do presidente.
Lamento que o professor Cavaco Silva esteja nesta situação, até porque há por aí muitos abutres preparados para lhe comer a carcaça.

Roberto Vinagre

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Como é possível?



Um estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 2 a 7 de fevereiro de 2012 revela um resultado, no mínimo, interessante!
O partido socialista, mesmo depois de aplicadas as medidas mais difíceis dos últimos anos, continua em segundo lugar e um pouco distante do PSD.
Isto só vem dar razão ao que eu escrevi recentemente, ou seja, que o actual líder do PS não apresenta uma alternativa ao governo PSD/CDS. Quanto a isso nada de novo!
Agora vou ficar à espera para ver qual é a explicação que os socialistas vão arranjar para mascarar esta realidade.


Roberto Vinagre

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Merkel, a consciência...


Nos últimos dias temos assistido a várias tentativas de ingerência política por parte de políticos alemães em relação a Portugal, o que deve levar a uma grande reflexão.
A senhora Merkel está a tentar fazer o mesmo que Hitler fez, só que em vez de usar as armas, está a usar a pressão política e económica.
Hitler tinha como grande objectivo criar aquilo a que chamou "espaço vital", ou seja, um império dominado pela raça ariana, dominado pela Alemanha. Para conseguir alcançar esse objectivo criou um exército poderoso e invadiu militarmente os países fronteiriços da Alemanha. Para além da criação dos campos de concentração, das deportações, das perseguições e das execuções, ou seja, de um dos maiores massacres humanos da História.
Merkel tem como objectivo subjugar os países membros da União Europeia, e, desta forma, liderar a Europa. Para conseguir alcançar esse objectivo encorajou países como Portugal (ainda me lembro da grande amizade que tinha com o nosso amigo Sócrates), a seguirem caminhos que levaram ao défice financeiro, para depois surgir como a grande salvadora, emprestando dinheiro para a recuperação. Isto faz-me lembrar o plano Marshall, que teve como objectivo a recuperação económica dos países destruídos pela guerra, para os tornar dependentes dos EUA.
A Alemanha surge no quadro europeu como uma espécie de consciência da Europa, mas a verdade é que não tem morar para o fazer.
Não me consigo esquecer que a Alemanha foi a grande responsável pelo declínio da Europa, uma vez que a Europa era a grande potência mundial e depois da 2ª guerra (provocada pela Alemanha), perdeu esse estatuto que passou a ser dos Estados Unidos da América. E também não me consigo esquecer que muitos dos conflitos actuais resultam de questões que surgiram no pós-guerra.
Penso que o problema alemão é do foro psicológico, uma vez que a Alemanha está a atacar os países europeus para esconder aquilo que eles próprios provocaram.
Não nos podemos esquecer que a Alemanha esteve em todas as guerras ao longo da História (tal como os amiguinhos franceses).
A Alemanha já levou a Europa ao declínio uma vez, por isso esperemos que não leve uma segunda vez, agora não será pela força das armas, mas será pela ingerência e imposição de políticas económicas erradas.
Lá diz o ditado: «a César o que é de César, a Deus o que é de Deus!».

Roberto Vinagre

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Este Seguro não vai "morrer" de velho!


Ainda não percebi muito bem quem é este António José Seguro, aliás nem eu nem ninguém!
Sei que nasceu dos quadros da juventude socialista e viveu metade da vida a encher os bolsos na política, e chegou mesmo a ser Ministro Adjunto do padrinho António Guterres.
Não é político brilhante, nem chega perto disso, tal como dizia Ricardo Araújo Pereira, "é aquilo a que se pode chamar uma mosca morta". Não um bom orador, não revela grande inteligência e não é muito admirado no mundo da política.
Não deve ser nada fácil herdar uma herança tão pesada, uma herança tão negativa do senhor José Sócrates, ele está a fazer o melhor que sabe e pode, mas é tão pouco.
Não sabemos o que este senhor pensa do país, não sabemos o que quer para Portugal, não lhe conhecemos as ideias políticas, nem conhecemos a sua posição sobre determinados assuntos da política internacional.
Apenas sabemos que é um grande amigo do Primeiro-Ministro, até porque seguiram uma linha muito parecida, no entanto Seguro nunca largou a política, porque era protegido de Guterres, o tal que engordou e anda a fazer qualquer coisa na ONU, mas sobre esse eu vou escrever outro dia.
Nunca escondi que, em termos políticos, sou mais próximo do PSD, mas também nunca fiquei cego ao ponto de ver apenas as coisas boas e ignorar ou disfarçar as más. O grande mal do país, lado a lado com a corrupção, é a cegueira política, mas sobre isto ainda vou falar um dia.
Seguro está pouco seguro, e se o PS perder as eleições autárquicas (isto se ainda chegar às eleições autárquicas), vai dar uma volta, porque no PS já lhe estão a preparar a cama!
Agora um provérbio inventado por mim:
"por muito que se corte o cabelo, ele vai acabar por ficar branco!".

Roberto Vinagre

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Assim vai Portugal...


1º Disparate:
Um sem abrigo entrou numa loja do pingo doce e tentou roubar um champô e uma embalagem de polvo, mas como foi apanhado não chegou a levar os produtos. O senhor "Jerónimo Martins" apresentou queixa e o tribunal do Porto andou a julgar o caso. Resultado: o homem foi condenado a pagar 250 euros!
Moral da história: afinal os preço no pingo doce subiram muito, porque não sabia que um champô e um polvo custa 250 euros, devem ser preços da Holanda!


2º Disparate:
A câmara de Vila Nova de Gaia enviou uma uma carta aos moradores da Travessa do Areinho, em Oliveira do Douro a informar que as casas iam ser demolidas, mas afinal o presidente Luís Filipe Meneses informou que a câmara diz uma coisa, mas depois faz outra. Afinal quem manda na câmara de Gaia, o presidente ou os serviços administrativos?
Que moral tem uma câmara que manda uma carta, mas depois diz às pessoas para rasgarem a carta?
Moral da história: tudo não passou de uma partida de Carnaval, mas ficámos a saber que os serviços dos CTT funcionam muito bem!


3º Disparate:
Vários departamentos do estado compraram material de escritório por valores surpreendentes, penso que era material de prata e ouro. Por exemplo um agrafador por 99 euros, este valor nem na Staples!
Claro que já vieram dizer que foi engano, sim claro, errar é humano, mas será que foi mesmo?
Moral da história: agora já começo a perceber para onde foi o nosso dinheiro!





4º Disparate:
Fui espreitar as tão polémicas nomeações do governo e quero dar destaque às nomeações da Secretaria de Estado da Cultura.
Este governo acabou com o Ministério da Cultura, mas manteve certos luxos, reparei que a secretaria tem 4 motoristas, que no total ganham por mês 6440 euros, pois é, ganham mais que um técnico superior de 2º classe ou que um professor no índice 152 com horário completo.
O primeiro-ministro "só" tem 9 motoristas e ganham todos muito menos que os da cultura, o salário mais elevado é 1213 euros.
Provavelmente os motoristas da cultura são pessoas com doutoramento e com conhecimento de várias línguas, sabem cozinhar, têm conhecimento de politica internacional e percebem de leis.
Moral da história: um carro não precisa apenas de um motorista?

É triste mas é verdade!

Roberto Vinagre

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sindicalismo ou Comunismo Radical?


Pois é, parece que há mudanças entre os sindicalistas da CGTP, como no comunismo há limites de idade (infelizmente é só para alguns), Carvalho da Silva, um comunista católico, teve de sair e dar o lugar a um comunista radical.
Arménio Carlos, membro da direção do PCP, assume a liderança da CGTP, e promete muita luta nas ruas.
Ora bem, isto é muito engraçado, como disse uma vez um líder americano, estes partidos aproveitam-se da desgraça das pessoas para fazer propaganda das suas ideias revolucionárias. 
Agora já começo a perceber o porquê destes comunistas serem, ao mesmo tempo, católicos. Enquanto lutam nas ruas para melhorarem as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores, rezam aos domingos para que essas condições nunca melhorem, porque se melhorarem eles deixam de existir, porque já não são necessários.
É engraçado!
Já estou mesmo a ver qual vai ser a primeira decisão do senhor Armérnio Carlos, vai organizar uma excursão à Coreia do Norte para depositar uma coroa de flores no túmulo do camarada Kim Jong-Il.

Roberto Vinagre

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Toponímia


Uma sugestão para a Comissão Municipal de Toponímia do Concelho de Viana do Alentejo.


Roberto Vinagre

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

IVA a 23%


Roberto Vinagre

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Novo Portal do Governo



www.portugal.gov.pt

Roberto Vinagre

Até quando?


Ao longo da História a corrupção esteve sempre presente nas relações humanas, faz parte da vida política e até é uma espécie de tradição em certas sociedades.
Em países ricos, como o Brasil, a corrupção existe, é visível a olho nu, mas é facilmente alimentada, uma vez que o país tem dinheiro e recursos suficientes.
Em países pobres, sem riquezas e sem recursos, como Portugal, é uma situação verdadeiramente preocupante.
Sempre houve em Portugal uma espécie de corrupção saloia, uma corrupção que assentava no tráfico de influências e favores, este tipo de corrupção envolvia pequenas quantias de dinheiro, .ou apenas favores, como empregos ou cargos. Também há casos de pessoas que ocupam cargos em regime de "voluntariado", mas depois compram serviços ou bens a empresas da sua propriedade (ou de familiares). Esta é uma prática recorrente e aparentemente tolerada na sociedade
Nos últimos anos o tipo de corrupção mudou, eu diria que começou a mudar no final do século XX e inicio do século XXI, durante o governo de António Guterres. Nesses anos chegavam a Portugal grandes quantias de dinheiro, que vinham de vários financiamentos da União Europeia e eram distribuídos de uma forma pouco clara. Havia dinheiro para grandes obras e para alimentar as diferentes clientelas políticas.
Hoje em dia já não há dinheiro, mas continua a vergonha nacional, e está cada vez pior, uma vez que as decisões são tomadas na praça pública, à frente de todos os portugueses.
Este semana fomos confrontados com as nomeações para a EDP, e também fomos confrontados com uma noticia que dava conta que o governo já fez mais de 600 nomeações.
Também fomos confrontados com os negócios obscuros da PARPUBLICA com os imóveis do governo, ou seja como os imóveis de todos nós.
O sistema político está podre e já cheira muito mal, e só muda se forem alteradas todas as leis relacionadas com o financiamento dos partidos, com as contratações e concursos públicos.
Outra coisa que me irrita é ver certas pessoas criticar as nomeações do governo, tendo em atenção que essas pessoas já foram nomeadas para cargos públicos ou já nomearam alguém da sua família partidária. 
Neste caso, como em muitos outros, devia prevalecer o bom senso, mas infelizmente apenas prevalece a hipocrisia e a ganância.

(este artigo foi redigido ao abrigo do artigo 37º da Constituição da República)

Roberto Vinagre